A Cargill, uma das maiores traders mundiais de commodities agrícolas, descumpre sua promessa de combater o desmatamento, violando a Moratória da Soja estabelecida desde 2008.
O status de “em perigo” muito pouco ou nada afetou a extração ilegal do acapu por aqueles que comercializam estacas e que desafiam a legalidade do uso de recursos florestais na Amazônia
“Quando vamos começar a unir esforços respeitando as demais visões sobre o que é melhor para a Amazônia e as suas sociedades locais? Ainda estamos longe do Fim da História e precisamos construir uma mudança que saia da repetição diária que enfrentamos por aqui. Chega de rodovias pelas rodovias ou de garimpos pelos garimpos. Chega de chamar estrangeiros para nos dizer o que fazer, pois eles só defenderão seus próprios interesses. Já é o momento de aprendermos algo com a história e agir.”
Somos todos Amazônia, muito antes de Cabral, Carvajal e o escambau, dela sabemos cuidar!DEMARCAÇÃO JÁ!!!
“Deixa o índio lá! Tá?”
Alfredo Lopes e Adalberto Val________________...
Nos 40 anos de vigência da Lei da Política Nacional de Meio Ambiente há pouco a comemorar, a não ser o fato de que a influência nociva da gestão Bolsonaro tem data marcada para terminar
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.