“O crescente desmatamento em terras públicas nos diz que, na prática, essas terras que deveriam estar sob a proteção do governo, na verdade, estão sendo praticamente cedidas para que atividades ilegais de grilagem e de desmatamento continuem a avançar. É uma situação que tem se desdobrado em cada vez mais violência, então, além de combater o ilícito, é necessário proteger as pessoas que vivem nesses locais e superar a lógica atual para apoiar a valorização e os incentivos à economia de base florestal”, conclui Alencar.
Em 25 de abril, pouco antes da meia noite, Júnior Hekurari Yanomami, presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Yek’wana (Condisi-YY) denunciou, em seu Twitter, o ataque...
Os indígenas temem que familiares ou amigos dos caçadores tentem adentrar na Reserva para fazer algum ataque. A Federação dos Povos Indígenas do Pará (FEFIPA) lamentou as mortes e pediu proteção policial enquanto as circunstâncias desse episódio são apuradas.
“Isso (renovação por apenas seis meses) tem funcionado como grande incentivo à ocupação ilegal e ao aumento da degradação do território”, diz o procurador Ricardo Pael, do Ministério Público Federal em Mato Grosso.
Mapa dos conflitos, ferramenta exclusiva lançada pela Agência Pública e CPT, mapeia conflitos e dados socioambientais de todos os municípios da Amazônia Legal