Quando assumiremos a liderança da Amazônia por meio das instituições nacionais e que já existem? Quando começaremos a repudiar a internacionalização da Amazônia? A...
As Forças Armadas, responsáveis pela logística na Terra Indígena Yanomami, solicitaram um aporte diário de R$ 993 mil para manter o suporte às atividades...
O governo anuncia uma coordenação nacional para combater garimpo e apoiar as comunidades indígenas Yanomami. Além disso, medidas incluem expansão de assistência de saúde e rastreamento obrigatório do ouro para coibir a economia ilegal.
Após o insucesso na remoção dos garimpeiros ilegais do território Yanomami, em Roraima, o governo brasileiro decidiu tornar permanente a presença das Forças Armadas...
O senador Plínio Valério (PSDB-AM), atual presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito das Organizações Não-Governamentais (CPI das ONGs), está no centro de uma controvérsia...
A Amazônia já paga caro pela distância, pela dependência hidroviária e pela instabilidade histórica de investimentos estruturantes. Agora, paga também pela volatilidade climática. Ignorar essa soma é condenar a região à desvantagem permanente.
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.