Por que Rondônia, Roraima, Pará, para citar vizinhos, desprovidos de incentivo fiscal, andaram mais rápido na direção de saídas na geração de emprego e oportunidades?
Na lógica do capitalismo florestal, obviamente, a substituição da pecuária tradicional pela produção sustentável de tambaqui, pirarucu ou matrinchã, deu excelentes resultados
Por que não integrar a arqueologia com os esforços dos bio-empreendedores na linha de sobreviver, consolidar e expandir as intuições e premonições de um novo paradigma civilizatório?
Entre tarifas, tecnologia e soberania digital, Brasil e Estados Unidos atravessam uma nova fase de tensões. Na Amazônia, onde a experiência ensina que sobreviver nem sempre é resistir frontalmente, a lição parece apontar para outro caminho: firmeza estratégica, prudência e capacidade de diálogo