"Assim como muitos rios da Amazônia, o Brasil lastima a destruição natural dos seus igarapés, como os “rios” Tietê e Pinheiros, que banham a capital paulista, e sabe da gestão laissez-faire do poder público, que se reflete na indiferença do tecido social. E com toda riqueza paulista, ninguém logrou tirá-los da UTI até hoje. Se as leis da preservação foram mal feitas não podemos compactuar com os malfeitos da civilização. Apenas precisamos mobilizar a Ciência antes de fazer leis nessa relação natureza e cultura, decisiva para a Amazônia e para a Humanidade."
"Fazermos vista grossa com os delitos para justificar oportunidades é virar as costas para a depredação. E quando se trata de Amazônia, a meia verdade é muito mais grave do que a mentira."
Quais são as demandas do Polo industrial para o investimento em Programas de Bioeconomia e o que a indústria pode ganhar com isso? Desde que começou a financiar o Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), há 20 anos, a indústria tem muito clara sua expectativa nessa articulação para diversificar nossa planta industrial.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está lançando seu Quadro de Títulos de Sustentabilidade (SBF), produzido em parceria com o Banco...
Energia eólica: Turbina sem pás (ou hélices) é indicada em ambientes urbanos, não ameaça padrões de migração de aves, ou vida selvagem.
Vortex Bladeless, uma...
Cientistas que estão à frente de pesquisas avançadas sobre a Amazônia participarão de um evento que tratará do uso de novas tecnologias como ferramentas...
Aqui habitam as soluções miraculosas para essas demandas globais. Com um detalhe, é insano desmatar, queimar e fazer pasto desse almoxarifado genético de valor incalculável.