A titular da Sudam, Louise Caroline Campos, afirmou que a instituição dispõe de corpo técnico altamente qualificado e que está buscando retomar seu protagonismo na discussão de projetos e ações de desenvolvimento para a Amazônia.
Dentro da programação do evento, a bioeconomia foi tema-chave na agenda ocorrida na manhã desta terça-feira entre representantes da Suframa, Sudam, Banco da Amazônia e Embratur.
Polsin ainda falou sobre Bioeconomia, tema sempre em evidência e que atualmente tem sido cada vez mais debatido por todo o mundo e, na região, conta com apoio do Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), que deve contribuir ainda mais neste quesito.
A iniciativa foi oficializada após o titular da Autarquia, Algacir Polsin, assinar eletronicamente o documento durante videoconferência com demais atores do governo federal envolvidos na ação.
Além da Suframa, precisamos identificar os colaboradores reais e potenciais no âmbito local, regional e nacional para trabalharmos em rede. Economia e Academia em sintonia.
A Amazônia já paga caro pela distância, pela dependência hidroviária e pela instabilidade histórica de investimentos estruturantes. Agora, paga também pela volatilidade climática. Ignorar essa soma é condenar a região à desvantagem permanente.
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.