"Nossa economia, em hipótese alguma, aumenta o rombo tributário, E muito menos utiliza recursos públicos. Quem nos causa o rombo fiscal é a compulsão da Receita e o confisco de 75% da riqueza aqui gerada e que deveria ser aqui aplicada. E não é bem isso que acontece."
O Brasil só começou a "pensar alternativas econômicas" para a Amazônia após a segunda guerra mundial quando o país começou a sofrer com a escassez de produtos industrializados e o aumento de preços dos produtos importados que pressionavam a economia nacional.
“O Conselho de Administração da SUFRAMA, depois de 2 anos de expectativa, aprovou a doação da área do Distrito BIOAGROINDUSTRIAL de Rio Preto da Eva, uma iniciativa que congrega Suframa Governo do Estado, Prefeitura de Rio Preto da Eva, entidades de classe do setor produtivo e o apoio da população que já enxerga neste ato um novo formato de desenvolvimento, baseado na exploração sustentável dos nossos recursos naturais, consorciado com as tecnologias do agronegócio.”
O Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA) é palco, nesta quarta (2) e quinta-feira (3) do “I Encontro de Empreendedorismo e Inovação da Amazônia”....
O 1º Encontro de Empreendedorismo e Inovação da Amazônia, evento promovido pela Superintendência da Zona Franca de Manaus, que acontece entre os dias 2...
Em parceria com a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e com o Banco da Amazônia S.A. (Basa), a Suframa realizou, nesta terça-feira (1º),...
Em tempos de protagonismo do setor privado, as empresas da região, especialmente às que operam sob o guarda-chuva da Zona Franca de Manaus, podem decidir se querem continuar ocupando o papel de caricatura — o tal “ventilador no meio da selva” — ou se estão dispostas a assumir o lugar de atores e promotores de uma economia amazônica que, enfim, decide produzir riqueza a partir da floresta em pé e da inteligência das pessoas que a habitam