Projeto teve início no primeiro semestre de 2022 e seguirá até dezembro de 2023, com a proposta de restaurar 886.3 hectares de vegetação, sendo 720.8 em áreas de RPPNs e 165.5 em regiões do entorno
Pesquisa com participação de Paulo Artaxo revela que gotículas de neblina carregam micro-organismos vivos e compostos bioativos, ampliando o papel da atmosfera na dinâmica da floresta.