Como as epidemias são consideradas um fenômeno recorrente da história mundial, deixaram-nos algumas lições sobre as questões econômicas e sociais que emergem ao final de seu ciclo.
A nossa população observa, em termos práticos, o retorno social dos investimentos em ciência e tecnologia que o Brasil fomentou desde a segunda metade do século passado e pôde, também, conhecer muitos dos nossos brilhantes cientistas.
Entre tarifas, tecnologia e soberania digital, Brasil e Estados Unidos atravessam uma nova fase de tensões. Na Amazônia, onde a experiência ensina que sobreviver nem sempre é resistir frontalmente, a lição parece apontar para outro caminho: firmeza estratégica, prudência e capacidade de diálogo