Tag: sistema imune

Estudo aponta alta probabilidade de surgirem novas variantes mais perigosas da covid-19 nos próximos meses

Em revisão de mais de 150 artigos, pesquisadores da USP e do Hospital Sírio-Libanês constataram que o vírus tem se tornado mais "inteligente", resistente...

Tartarugas vivem mais por características genéticas e sistema imune eficiente

Outro fator que favorece a longevidade desses animais é seu metabolismo e ciclo de vida mais lentos Jonathan é uma tartaruga-gigante-de-aldabra (Aldabrachelys gigantea) e ficou...

Técnica modifica veneno de cascavel e permite criar fármaco que modula a coagulação sanguínea

Molécula isolada e administrada em pequenas doses pode impedir a formação de trombos que causam o acidente vascular cerebral (AVC), entre outras aplicações clínicas Pesquisadores...

Proteína do sistema imune pode proteger desenvolvimento do diabete tipo 1, aponta estudo

Artigo publicado na revista científica “Cell Reports” comprovou, pela primeira vez, a associação de mecanismos da resposta imune com a suscetibilidade ao diabete O diabetes mellitus tipo...

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O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

Manaus, a cidade no coração da floresta que desaprendeu a respirar

Fumaça volta a cobrir a capital, expõe crianças e...

Trump já está interferindo na eleição brasileira?

“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.