Em revisão de mais de 150 artigos, pesquisadores da USP e do Hospital Sírio-Libanês constataram que o vírus tem se tornado mais "inteligente", resistente...
Outro fator que favorece a longevidade desses animais é seu metabolismo e ciclo de vida mais lentos
Jonathan é uma tartaruga-gigante-de-aldabra (Aldabrachelys gigantea) e ficou...
Molécula isolada e administrada em pequenas doses pode impedir a formação de trombos que causam o acidente vascular cerebral (AVC), entre outras aplicações clínicas
Pesquisadores...
Artigo publicado na revista científica “Cell Reports” comprovou, pela primeira vez, a associação de mecanismos da resposta imune com a suscetibilidade ao diabete
O diabetes mellitus tipo...
A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.