Para os atores políticos e sociais em geral, o que está dado é um jogo em dois tempos: o da disputa propriamente dita, que será marcada, inevitavelmente, pelo imediatismo eleitoral e, na sequência, o da articulação da saída do poço. Os movimentos socioambientais, que alcançaram grande protagonismo político no enfrentamento ao atual governo, devem definir e adequar as suas estratégias ao ritmo real do jogo.
Precisamos ficar muito atentos à síndrome da abundância, pois ela costuma ser perversa. Não é porque temos 1/5 da água potável do planeta que nós precisamos destratar/dilapidar essa benção da natureza. Cabe recordar ainda que, em 2005, pavorosa estiagem levou nossos rios ao menor nível e volume, chamada de mega seca, assim batizada pelos cientistas. Os danos sociais e florestais foram imensuráveis. Para o meio ambiente os danos se estenderam por uma década. Pesquisas da NASA relacionaram o fenômeno ao aumento, em ocorrência e dimensão, dos furacões nos Estados Unidos. Ou seja, não dá para descuidar das demandas climáticas, especialmente, quando vivemos e geramos riqueza no modo sustentável em pleno coração da maior floresta tropical da Terra.
Atualmente, a Suframa possui um total de 42 serviços disponibilizados na Carta de Serviços da Autarquia, acessíveis para avaliação e sugestões de aprimoramento, e...
Após os atos criminosos de traficantes em Manaus neste domingo, 6, a capital amanheceu deserta. Sem ônibus circulando e com a suspensão das aulas e trabalho presencial em repartições...
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.