Acompanhamos de perto, por aqui, uma expansão imobiliária desordenada, que, à luz do dia, destrói nascentes e despeja esgoto diretamente em cursos d’água
Plano apresentado pelo Ministério da Agricultura pretende introduzir tecnologias de produção sustentável em 72,68 milhões de hectares no Brasil nos próximos nove anos.
E o que tem a ver com isso a quebra da cadeia global de suprimentos, a tal quebra da globalização? As crises, dizem os pedagogos, são oportunidades de crescimento quando tratamos do desenvolvimento humano e são excelentes janelas de oportunidades para quem está empenhado em criar/aproveitar as novas alternativas de novos negócios que temos buscado para a região.
Destaque pode ser dado a duas dessas amazonidades: o Polo Industrial de Manaus e os Rios Voadores. Estes contribuem decisivamente com o crescimento e robustez do agronegócio e abastecimento dos reservatórios do Sudeste, basta determos o desmatamento e queimadas da Hileia. A outra amazonidade é o Polo Industrial de Manaus, a economia que anda de mãos dadas com a ecologia, que gera cerca de 500 mil postos de trabalho, e ajuda a evitar que a floresta seja usada como meio de sobrevivência.
A Virgem Verde mais valorizada por Bolsonaro vai se transformando num ativo econômico cada dia mais expressivo, mesmo sem estar no Louvre. A vantagem do Louvre é que ele tem porta, fechadura e vigilância efetiva, equivalente ao seu valor.
Entretanto, para efetivar o valor da Virgem Verde, muitas fechaduras precisarão ser trocadas e ainda não se percebe esta ação.
Retorno ao investidor viria da comercialização de serviços ambientais, ainda sem consolidação no Brasil. Para especialistas, governo quer apenas ter algo para apresentar na COP