Além disso, “não há condições mínimas, na crise atual, de que esses temas sejam debatidos democraticamente, com discussões abertas à participação da sociedade”, argumentam as organizações signatárias.
Estamos como povo praticamente condenados a morte, com alimentos e energia nas alturas, planos de saúde impagáveis, sem oxigênio nos hospitais, sem vacina, com um abismo enorme em desigualdade social e alheios aos rumos que o país vai tomar.
"Da bateria que alimenta um smartphone aos grandes sistemas de armazenamento de energia, qualidade, segurança e responsabilidade ambiental precisam acompanhar cada etapa da produção. Em Manaus e Extrema, padrões internacionais transformam mais de 50 anos de experiência industrial em confiança para os novos desafios do setor energético"