Vejo um jovem amazonense candidato ao ITA que se vê um piano em espaço público já recorre à Chiquinha Gonzaga para encantar transeuntes. O sucesso que ele cultiva será absorvido pela política brasileira de semicondutores? Ou será absorvido por outros países com atrativos mais interessantes que novas burocracias?
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas