Além do desmatamento, que é a retirada total da vegetação, o Imazon também mediu a degradação florestal provocada pelas queimadas e extração de madeira. Em setembro a degradação aumentou 359% na Amazônia, passando de 1.137 km² em setembro de 2021 para 5.214 no mesmo mês deste ano.
Área de degradação no bioma em agosto de 2022 é 54 vezes maior do que o mesmo mês do ano passado. Desmatamento acumulado também tem recorde e já chega a 8 mil km²
O noticiário recente sobre desmatamento na Amazônia parece disco riscado, mas é a simples e cruel verdade: estamos próximos de mais um recorde anual...
“E nesse contexto, baseado no prestígio internacional que as organizações do Observatório da BR-319 desfrutam, vamos ser sensatos: a rodovia precisa voltar a funcionar urgentemente e ser monitorada insistentemente para evitar o desmatamento letal. Ela não é o problema e pode ser a solução para evitar o desmatamento. Sim, pra isso mesmo, para obrigar o Poder Público a cumprir seus compromissos com a comunidade internacional na COP-26, Glasgow- outubro 2021, de zerar o desmatamento até 2030. Só faltam oito anos, a chance que temos de recompor o protagonismo ambiental que deixamos escapar pela insensatez da gestão ambiental da Amazônia ora em curso. Ou será que existe alguma maneira de proteger o bem natural que não seja atribuir-lhe uma função econômica?”