Estudo mapeou 939 áreas de alta prioridade para restauração e outras 86 de prioridade máxima, de acordo com fatores como cobertura vegetal, conectividade e presença de plantas ameaçadas
O bioma mais destruído do Brasil ganha uma nova chance com o avanço da agenda de restauração no país, mas ainda sofre com gargalos como a falta de sistematização de dados e de governança
Para evitar tragédias como a que ocorreu no Pantanal em 2020, quando quase 30% do bioma foi queimado, pesquisadores alertam para a necessidade de um manejo adequado das áreas mais propícias ao fogo no país