A poucos dias da COP26, documentos vazados mostram que Brasil, Argentina, Austrália e outros países produtores de combustíveis fósseis e criadores de gado fizeram lobby para...
Um dos maiores especialistas em degradação ambiental e do solo no Brasil, o professor Humberto Barbosa (Universidade Federal de Alagoas) conversou com o UOL. Barbosa...
“A montanha-russa deste verão de temperaturas extremas, secura, enchentes e incêndios florestais tem sido ruim, mas provavelmente muito melhor do que o que podemos...
Jamil Chade antecipou no UOL pontos do resumo executivo do novo relatório de avaliação do Painel Intergovernamental da ONU sobre Mudança do Clima (IPCC) que atingem...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.