Para mostrar que a fome tem rosto, peculiaridades e caracteres do preconceito e da discriminação que não recuam nem se disfarçam no Brasil, a pesquisa destaca um fato: quando a pessoa responsável é uma mulher, insegurança alimentar ainda é mais grave, ou seja, a fome é muito superior à média nacional. E o que é mais grave: se essa mulher for de cor preta ou parda e de baixa escolaridade, essa insegurança é ainda maior.
No Amazonas, diz o IBGE, já temos 2,7 milhões de pessoas entrando no segmento sinistro da vulnerabilidade social. Ou seja, estão sem suas necessidades básicas atendidas. Estão passando fome. A desnutrição leva as crianças ao retardo e a fome no seio da família deixa os adultos à beira da loucura
“Vejo como extremamente necessária a retomada das atividades das ações integradas por conta da gravíssima situação que o Amazonas passa com o agravamento da pandemia nessa nova onda do coronavírus. É um momento de todos nos unirmos, nos irmanarmos.”
O Painel da Economia Amazonense registra reação da atividade em julho, impulsionada pela indústria. O faturamento cresce, as motocicletas ampliam a produção e os condicionadores de ar ensaiam recuperação, embora os indicadores acumulados ainda revelem perdas.
Ao reunir operadores portuários, aeroporto e Receita Federal, o CIEAM amplia uma discussão que precisa alcançar o planejamento e o orçamento estadual. As secas recentes e os cenários para 2026 justificam soluções de longo prazo para a indústria e as comunidades do interior.