O setor onde os imigrantes e refugiados venezuelanos entrevistados mais investiram foi o de alimentos (restaurantes, venda de alimentos, produtos alimentícios), seguido por serviços pessoais, com destaque para cabeleireiro, barbearia e manicure.
“Sem vinculação partidária ou eleitoral, o CIEAM tem razões institucionais para cobrar a preservação das garantias da Zona Franca e a transformação dessas conquistas em investimento, emprego e desenvolvimento regional.”