A melhoria na qualidade da água na cidade, especialmente nas regiões vulneráveis, é apontado por especialistas como essencial para esta melhoria. Quem teve acesso à água tratada pela primeira, também reconhece que sua vida mudou após a chegada do serviço. No ano passado, o Instituto Trata Brasil, principal referência no país em estudos sobre saneamento básico, realizou a pesquisa “Os benefícios da água potável em comunidades vulneráveis em Manaus”, que ouviu moradores de áreas vulneráveis da cidade. Na percepção dos próprios moradores, o impacto das doenças de veiculação hídrica foi reduzido em até quatro vezes. Mais de 80% dos entrevistados apontaram que a saúde e qualidade de vida mudaram para melhor depois da chegada da água potável.
Estudos arqueológicos na região do Tapajós, no Pará, enriquecem o conhecimento histórico sobre a ocupação da Amazônia e registram alguns dos vestígios mais antigos...
A grande questão é que falta a capacidade de diálogo público para as soluções e os responsáveis aparentemente não atuam, nem divulgam que reconhecem o problema. Faltam debates verdadeiramente democráticos sobre as saídas para a crise. O que tem prevalecido é o ataque aos dados. No passado, dizia-se, em tom de brincadeira, quando não gosto da carta, culpo o carteiro. Atualmente começaram a ameaçar os carteiros, sem brincadeiras.
“Sem vinculação partidária ou eleitoral, o CIEAM tem razões institucionais para cobrar a preservação das garantias da Zona Franca e a transformação dessas conquistas em investimento, emprego e desenvolvimento regional.”