Enquanto há vida, há esperança. Que este 2 de novembro, que, para alguns, marca a retomada das chuvas intensas em Manaus, sirva para limpar as nossas mentes, para reencontrarmos a vida, honrando nosso passado e compreendendo que a pandemia não se foi.
Agora cabe decidir se vamos nos contentar com o que ela consegue recuperar sozinha ou se vamos assumir a responsabilidade de reconstruir aquilo que já começou a se perder.