Explicitamos, também, que o desmatamento não pode ser um deplorável e predatório mecanismo de sobrevivência para parcelas significativas da população da Amazônia. Nosso propósito como conglomerado de investidores e trabalhadores é manter a floresta em pé e gerar riquezas que permitam sua utilização sustentável e renovável.
“E só assim, oferecendo emprego e condições dignas de trabalho, poderemos avançar na economia da Amazônia do Futuro – as bases já estão fincadas – buscando na biodiversidade as soluções farmacológicas, nutricionais e dermocosméticas demandadas pela humanidade.”
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.