Um estudo publicado pela revista Nature nesta semana mostrou que processos de degradação florestal, nos quais a floresta é parcialmente destruída, já afetam uma área maior da Amazônia brasileira do que o desmatamento em si.
“Por estas razões, o incremento econômico deve provocar dois efeitos a princípio inevitáveis: (1) não haveria a interiorização e distribuição equânime dos resultados desta expansão porque facilitará o aumento da concentração de renda apenas nos locais onde ela já está concentrada, e (2) impossibilidade de cumprimento das leis 6.938/81 (ZEE) e 12.651/12 (Reserva Legal) porque ao definir uma ZEE economicamente viável, pode causar discrepância com a Reserva Legal do local. O Conselho Federal da Amazônia Legal presidido pelo general Mourão pode estar debruçado na questão”.
A série consiste em encontros semanais interdisciplinares de especialistas para apresentações e debate sobre assuntos ligados às transformações impostas pela pandemia da COVID-19.
Ministro da Relações Institucionais, Defesa, Ciência e Tecnologia e Esportes, o alagoano Aldo Rebelo fez de sua passagem pela vida pública o compromisso de...
Projetos selecionados poderão receber verba para inciativas como construção de cercas, ações de vigilância, combate a incêndios, proteção do solo, monitoramento, pesquisas sobre biodiversidade, plantio de espécies nativas, atividades agroflorestais e atividade integrada lavoura-pecuária-floresta.
A resposta mais imediata para essa questão seria dizer que, caso isso ocorresse, as consequências seriam catastróficas. É claro que nós, brasileiros, as sofreríamos de maneira mais rápida, mas o impacto do desaparecimento da floresta seria sentido em todo o mundo.
A importância ecológica das borboletas na Amazônia envolve polinização, cadeia alimentar e monitoramento ambiental, essenciais para o equilíbrio da floresta.