A graphic novel “Ajuricaba” do estúdio amazonense Black Eye, criada pelo jornalista, roteirista e ilustrador Ademar Vieira e pelo quadrinista Jucylande Júnior, com a arte-final do...
Uma canetada abriu porteira para família Klabin montar propriedade turística “de alto padrão” no MS. Ela ocupa parte do território Terena, que luta há décadas por demarcação. Normativa desencadeou mais de mil invasões no Pantanal
A Constituição proíbe expressamente a concessão de territórios indígenas para a iniciativa privada, já que esses terrenos são de uso exclusivo dos indígenas.
Levantamento inédito revela que os incêndios não só bateram recorde mas dificultaram o diagnóstico de Covid-19 no ano que marcou a trágica combinação de queimadas e pandemia na Amazônia
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.