Como as epidemias são consideradas um fenômeno recorrente da história mundial, deixaram-nos algumas lições sobre as questões econômicas e sociais que emergem ao final de seu ciclo.
Imagine se esse momento fosse usado para substituir o modelo econômico de exploração de recursos que norteou o crescimento do último século por uma abordagem mais resiliente, que trabalhe junto à natureza e não contra ela.
Em entrevista à Agência CNI de Notícias, o coordenador do Grupo de Estudos em Bioeconomia da UFRJ, José Vitor Bomtempo, afirma que novo modelo econômico tem potencial de contribuir com o desenvolvimento das diferentes regiões brasileiras
A probabilidade de uma eventual depressão econômica é significativa no Brasil, pois estamos entrando num processo de causação circular cumulativa de declínio acelerado de crescimento econômico. Esse processo foi definido por Gunnar Myrdal, Nobel de Economia de 1974, como uma situação em que, quando uma economia sofre um choque exógeno, ela pode não retomar ao ponto de equilíbrio, mas ir ampliando as distorções e os desequilíbrios à medida que o tempo passa.
"Fico surpreso com tanta gente falando em ciência, mas que não usam a mínima lógica científica para tomar decisões ou apontar rumos. Não usam sequer uma lógica de aprendizado recente, em quem podem confiar e em quem não pode confiar"
“O que existe são dilemas: manter a dependência asiática ou construir a autonomia Industrial, continental, em blocos de reciprocidade inteligente. Se é para fazer...
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.