A indústria instalada em Manaus será em 2073, o adensamento, a diversificação e a regionalização da Biotecnologia em relacionamento sério com a Tecnologia e a Nanotecnologia desde que tomemos essas trilhas do conhecimento e do empreendimento, suas premissas, condições e viabilidade, em nossas mãos.
Falta comunicação e o saudável hábito da repartição na Aritmética inteligente que transforma a divisão de habilidades na multiplicação de novas oportunidades de emancipação das cadeias de dependência que nos impõe imobilização.
É indiscutível que a fome na Amazônia deva ser combatida com o que for necessário, assim como é indiscutível que é falácia que o desmatamento estruturado e criminoso seja para combater esta mesma fome. Farinha e caviar são iguarias para fomes diferentes.
O Brasil, sem definir quanto de floresta amazônica deseja e em que data, jamais poderá executar qualquer plano razoável, a deverá continuar feito barata tonta apresentando um plano por ano ou por governo. A Amazônia está neste ritmo há mais de 55 anos. Entender a Amazônia numa só existência é tarefa ainda não cumprida por ninguém.
Estamos falando do artigo publicado nesta segunda-feira, 27 de junho, pelo jornal o Estado de São Paulo, sobre a Zona Franca de Manaus em busca de um futuro. Escrito pelos empresários Horacio Lafer Piva, Pedro Passos e Pedro Wongtschowski, parceiros na gestão da Natura, o texto padece de algumas distorções que precisam ser explicitadas:
Por Fabíola Abess
A navegação entre portos do mesmo país, definição para a alternativa de transporte chamada “Cabotagem” tem um dado interessante sobre o Amazonas:...