O desempenho da economia local parece depender muito mais de escolhas domésticas do que das adversidades já aproximadamente mapeadas advindas das economias mundiais. Boas...
A venda de carbono ainda não tem nome de quem compra nem de quem vende, e nem valor. O que fazer com o valor a ser recebido também não tem especificação. Se de fato florescer, não parece ser recurso para esta década. O uso dos produtos outros da floresta que no conjunto possam gerar um PIB para o Amazonas atualmente de R$ 108 bilhões e assim movimentar sua economia, se prevê apenas para 2037. A agropecuária por sua vez responde hoje por cerca de apenas 5% do PIM. A mineração não está proibida, mas não se identifica interesse. A economia do Amazonas sem a ZFM não se sustenta antes de 20 anos.
Isso nos permite deduzir que a facada, a rigor, não resulta da ignorância, muito menos de indisfarçável má-fé. A faca da arrecadação tributária, porém, é a mais provável explicação. Ela está sempre amolada, querendo se expandir sem se importar onde vai cortar. Muito menos o que precisa devolver ao contribuinte por sua compulsão de tanto arrecadar… O buraco do país é sua máquina pesada e ineficiente que só prioriza sua sobrevivência sem saber dizer pra quê…