O Brasil, sem definir quanto de floresta amazônica deseja e em que data, jamais poderá executar qualquer plano razoável, a deverá continuar feito barata tonta apresentando um plano por ano ou por governo. A Amazônia está neste ritmo há mais de 55 anos. Entender a Amazônia numa só existência é tarefa ainda não cumprida por ninguém.
Estamos falando do artigo publicado nesta segunda-feira, 27 de junho, pelo jornal o Estado de São Paulo, sobre a Zona Franca de Manaus em busca de um futuro. Escrito pelos empresários Horacio Lafer Piva, Pedro Passos e Pedro Wongtschowski, parceiros na gestão da Natura, o texto padece de algumas distorções que precisam ser explicitadas:
Os limites da dragagem e os riscos das concessões convergem para a construção, antes das obras, de uma política de transportes economicamente viável, politicamente correta, socialmente justa e ambientalmente sustentável. A sugestão habitual e sempre nova é do amazonólogo Samuel Benchimol.