Se o novo Presidente da República desejar promover o resgate da imagem internacional do Brasil, atualmente com repercussões adversas sobre as nossas exportações dos setores produtivos intensivos de recursos naturais, e desejar respeitar o nosso patrimônio natural para as atuais e futuras gerações, será fundamental que implemente uma nova política ambiental, a qual tenha como objetivo preservar, conservar e reabilitar os nossos ecossistemas: os Pampas, os Cerrados, a Caatinga, a Mata Atlântica e, principalmente, a Amazônia.
"[...] com a brusca redução na produtividade dos recursos naturais (desmatamentos, assoreamento dos rios, perda da biodiversidade, etc.), muitas áreas no Vale do Jequitinhonha, no Vale do Mucuri, em Microrregiões do Rio Doce, tornaram-se áreas economicamente deprimidas. Atualmente, o mercado regional não é totalmente inexpressivo graças às intensas transferências de renda do Governo Federal para as famílias e as transferências fiscais para as Prefeituras locais, as quais ampliam o poder de compra local."
Se colocarmos, monoliticamente, os objetivos da política econômica numa única trajetória de equilíbrio fiscal expansionista, poderemos ficar com a sensação de que, no meio do caminho, voltamos ao marco zero de nossa caminhada e, como disse Alice, “a gaveta da alegria já está cheia de ficar vazia”.
Ex-ministros da Fazenda e líderes do agronegócio encaminharam carta ao relator do orçamento para que verba prevista para fiscalização e combate a incêndios volte aos patamares dos anos anteriores
“É bastante provável que, no médio prazo, poderá vir dos países de liberalismo iluminado da União Europeia, moldado nas crescentes crises do capitalismo do século XX, a indução a um redirecionamento para o uso sustentável dos recursos ambientais dos nossos ecossistemas. Autoridades, produtores e consumidores desses países estão reduzindo a demanda de produtos intensivos de recursos naturais se os mesmos forem produzidos em áreas de desmatamentos em florestas prístinas, o que impactará adversamente os negócios lucrativos nas fronteiras ecológicas.”