O projeto de industrialização do país não pode ficar refém de setores subsidiários de matrizes mundiais e que vão na contramão das nossas potencialidade de desenvolvimento inclusivo e ambientalmente sustentável.
Investe-se muito em plantas industriais, enquanto se esquece do potencial da biodiversidade da floresta, seu principal diferencial em termos de potencial de criação de uma base industrial realmente diversificada e enraizada socialmente.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas