Ascensão da extrema-direita na União Europeia gera incertezas sobre a continuidade das políticas climáticas futuras; enquanto um novo relatório científico destaca a urgência de reduzir os chamados "superpoluentes" para conter o aquecimento global.
Na regra atual, maioria dos biomas brasileiros estão quase totalmente desprotegidos com os critérios florestais da FAO. Povos originários como indígenas e quilombolas pressionam parlamento europeu em busca de proteção.
A meta é mais ambiciosa do que o corte de emissões líquidas de "pelo menos 55%" até 2030 proposto pela Comissão Europeia, que quer finalizar a meta até o fim do ano.
Com a maior rede hidrográfica do planeta e uma biodiversidade aquática extraordinária, o país está no centro desse debate. Ao mesmo tempo, enfrenta desafios conhecidos: saneamento insuficiente, poluição por mineração, expansão agrícola e impactos das mudanças climáticas. A Amazônia, por exemplo, já apresenta sinais de contaminação por plásticos e outros poluentes, evidenciando que nem mesmo regiões consideradas remotas estão imunes