Segundo a Polícia Federal (PF), os estabelecimentos funcionavam ilegalmente, a serviço de uma organização criminosa que vinha desmatando a região irregularmente.
Levando-se em conta a média dos dez anos anteriores à posse de Jair Bolsonaro, o desmatamento cresceu 70%: de 2009 a 2018, a média apurada foi de 6.500 km² por ano