Entre os pontos destacados por ela, está a lentidão da vacinação nos países mais pobres, o que inviabiliza na prática qualquer possibilidade de viagem para o continente europeu por parte de seus representantes oficiais e observadores da sociedade civil.
Para Ngozi Okonjo-Iweala, primeira mulher e africana a liderar a OMC, é preciso assegurar que vacinas sejam distribuídas em todo o mundo, não só nos países ricos.