Antes, a legislação permitia que as instituições compradoras presumissem a legalidade da origem do ouro apenas com base nas informações fornecidas pelos vendedores.
“Sem vinculação partidária ou eleitoral, o CIEAM tem razões institucionais para cobrar a preservação das garantias da Zona Franca e a transformação dessas conquistas em investimento, emprego e desenvolvimento regional.”