Segundo o ministro, a extensão do auxílio seria mais “focalizada” e atenderia 32 milhões de brasileiros, pouco menos da metade dos 67,9 milhões de pessoas que receberam o benefício em 2020.
“Como não há no orçamento nem um Real de despesas que não esteja apoiado ou monitorado por alguma organização da sociedade civil ou por algum grupo estruturado de interesse regional ou setorial, é extremamente difícil que essa grande transformação orçamentária seja realizada por governos populistas e conformistas, cuja base política esteja alicerçada em grupos de interesses nem sempre orientados para o bem comum.”
Essa operação vinha sendo questionada por especialistas, já que a tecnologia que estaria sendo contratada pelos militares não ofereceria vantagem significativa em comparação com os sistemas de monitoramento que já existem e são operados pelo INPE.