É fundamental trazer as discussões para o presente, para quando formos visitados por alguém com juras de apoio, depois não nos surpreendermos por este alguém destruindo o rio com mercúrio, o chão de fábrica sem a ciência ou nos colocando grilhões adicionais. Mesmo que já tenhamos sido muito enganados ou achado que estávamos, ou estamos com “o certo”, o que seria o maior erro, porque a evolução se faz pela dúvida – inclusive sobre as nossas certezas.
Os limites da dragagem e os riscos das concessões convergem para a construção, antes das obras, de uma política de transportes economicamente viável, politicamente correta, socialmente justa e ambientalmente sustentável. A sugestão habitual e sempre nova é do amazonólogo Samuel Benchimol.