O objetivo do CNPEM é utilizar uma liga de nióbio-titânio, desenvolvida por meio dessa parceria, no próprio acelerador Sirius. Além disso, a CBMM vê a possibilidade de ampliar a demanda mundial por nióbio, fabricando produtos que usam o minério e que tenham um maior valor agregado.
Uma pesquisa da Bain em cinco países mostra que 90% dos brasileiros se dizem preocupados com o ambiente. Com dois selos amazônicos em construção, o desafio de quem vende a origem da floresta deixa de ser convencer e passa a ser explicar.