O objetivo do CNPEM é utilizar uma liga de nióbio-titânio, desenvolvida por meio dessa parceria, no próprio acelerador Sirius. Além disso, a CBMM vê a possibilidade de ampliar a demanda mundial por nióbio, fabricando produtos que usam o minério e que tenham um maior valor agregado.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.