A operação acabou nesta sexta-feira (15). Atuação de militares não resultou em diminuição do desmatamento na Amazônia, mesmo com efetivo e orçamento maiores que dos órgãos ambientais
Este discurso é antigo e inclusive institucional do governo brasileiro, embora na prática a direção ainda venha sendo outra, com recorrentes promessas de mudança. Nas áreas desenvolvidas na forma tradicional, já sem floresta, não há mais fármacos a pesquisar nem se pode esperar que ajudem com a chuva, e o discurso, por isso, perde fundamento. Os rios não vão mais “voar”. O meio termo nestas questões não é racional.
Mais do que uma agenda para a Amazônia, essa é uma estratégia para o Brasil. E, por sua dimensão continental, uma contribuição concreta - muito além da polarização politica estéril - para o equilíbrio político, econômico e institucional da América Latina.