“A postura do senador Eduardo Braga oferece uma visão esperançosa e construtiva para o futuro do Brasil, defendendo a igualdade e buscando soluções tangíveis para os desafios que o país enfrenta, em oposição ao fatalismo de Marcos Lisboa”
A Zona Franca de Manaus não é massa de manobra política. O povo foi lesado, mas tudo vê, pois não é leso. Apenas se interessa em ajudar o país a entender a obviedade emergencial de abraçar e adotar a Amazônia, sua economia e a proteção deste patrimônio, sua dimensão indígena e biodiversidade: um tijolo orgânico da construção de um país próspero, ambientalmente equilibrado, economicamente rentável, politicamente correto e socialmente justo, como profetizou Samuel Benchimol referindo-se à Floresta.
O problema maior é o seguinte: o desenho da política industrial e a maneira com que o setor se desenvolveu nos últimos 15 anos foi absolutamente equivocado e estava fadado ao fracasso.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.