Uma abordagem desenvolvida pela Stanford University traz a promessa de prever tais mudanças no ecossistema à medida que certas espécies se tornam mais prevalentes ou desaparecem completamente.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas