As investigações também constataram, segundo a PF, irregularidades em três contratos firmados em janeiro deste ano relativos ao funcionamento do hospital de campanha, cujos objetos eram conservação e limpeza, lavanderia hospitalar e diagnóstico por imagem, sob suspeita de direcionamento para homologação do vencedor do certame, superfaturamento do preço contratado e não prestação do serviço especificado.
“Sem vinculação partidária ou eleitoral, o CIEAM tem razões institucionais para cobrar a preservação das garantias da Zona Franca e a transformação dessas conquistas em investimento, emprego e desenvolvimento regional.”