"De uma coisa estamos certos, sem o envolvimento de atores locais amazônicos, onde habita 20% da biodiversidade do planeta, iremos a lugar algum [...] Que tal uma conferência amazônica com mapeamento de prioridades, oportunidades, métricas, metas e avaliação dos resultados, ouvindo quem entende do riscado?"
No caso do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, ele acusou o segmento de ganhar milhões a fundo perdido para fabricar bikes na floresta. Aí já é demais. Como pode ser tão desinformado no trato de um polo industrial tão respeitado mundialmente como o de Manaus onde não há dinheiro público na sua instalação e desenvolvimento?
o poder público do Brasil não tem utilizado, historicamente, a ferramenta diplomática do entendimento com quem produz riqueza e receita pública para seu sustento, estrutura e funcionamento. Isso ocorre desde o fracasso do Ciclo da Borracha fruto de viseiras nefastas que impedem a Nação de descobrir que aqui residem as metas, métricas e os melhores resultados em termos de desenvolvimento da economia da sustentabilidade que temos a oferecer. Não enxergamos caminho melhor…
”Fica difícil, ou impossível, quando alguém muda as regras depois que o jogo está em pleno andamento. E é exatamente isso que tem acontecido na visão dos governantes deste Brasil que tem aversão à segurança jurídica daqueles que lhes dão amparo e receita.”
Resumo “Aplicar esses recursos que são gerados majoritariamente pela indústria instalada em Manaus, no aproveitamento sustentável desses ativos do patrimônio amazônico, significa oferecer ao país chances efetivas de transformação socioeconômica e ambiental do país na direção de um patamar de riqueza e prosperidade compatível com sua vocação de destaque entre as nações civilizadas. É o que propomos.“
Portanto poderemos dizer que há um horizonte muito próximo em todos os sentidos que representa um alento de desafios extremamente promissores para a geração de empregos, oportunidades e interiorização do desenvolvimento. O Amazonas, por uma gestão historicamente improvisada, agravada por dificuldades locacionais tem utilizado os recursos gerados pela industria para projetos e programas dessa natureza.