A reforma tributária discute a remoção do "imposto do pecado", com debates focados no impacto dessa decisão na competitividade da Zona Franca de Manaus, que busca manter seus benefícios fiscais e empregos.
O vice-presidente Geraldo Alckmin, acompanhado de ministros, visitou a Amazônia afetada pela seca. Ele anunciou ações emergenciais, incluindo obras de dragagem, antecipação do Bolsa Família e suporte na saúde e no abastecimento.
Em declaração nesta terça, Wilson Lima e Omar Aziz expressaram apoio à pavimentação da rodovia BR-319, visando conectar Manaus a Porto Velho, criticaram a postura de Marina Silva e pediram decisão política do presidente Lula para avançar com as obras.
Em artigo polêmico, Amon Mandel criticou o governo Lula por falhar na efetivação de políticas públicas para com os indígenas, apontando falta de representatividade e uso da pauta para fins eleitorais.
A quem interessar possa, eis algumas das manifestações, iniciativas e expectativas do que – certamente – a Amazônia responderia se fossem ouvidas as instâncias que formam sua identidade, sua gente e suas principais necessidades: A expectativa reinante, desde sempre, é de um abraço Brasil na região, o abraço do comprometimento efetivo com sua proteção e com a sustentabilidade das iniciativas de desenvolvimento.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas