A palavra de ordem é sustentabilidade, quase um preceito sagrado, que se confirma desde a melhor remuneração dos ribeirinhos - agora sem os atravessadores - aos cuidados sanitários com a coleta, preparo e produção a bordo da balsa-fábrica, sob as bençãos de Lavoisier. “Nada se perde nada se cria, tudo se transforma”.
Entre desafios logísticos, pressão internacional e transição climática, a indústria do Amazonas consolidou uma experiência singular de desenvolvimento associado à floresta em pé, com mulheres assumindo papel cada vez mais estratégico nos espaços de liderança, inovação e transformação regional.