Caracterizando e definindo o que é desenvolvimento para a região, e admitindo a realidade de seu ambiente físico e social, se poderá desenvolver a Amazônia, mas do seu jeito.
“Dou o exemplo de quatro cadeias produtivas que trabalhamos hoje: do pirarucu, do cacau, do açaí e da castanha do Brasil, ou do Pará. Essas cadeias estão relativamente organizadas e têm uma produção significativa de recursos. Elas podem representar o começo efetivo de plataformas de negócios e oportunidades com possibilidades excelentes de geração de emprego.“
É evidente que essa visão míope do valor da floresta não reflete seu valor real, nem em curto prazo e muito menos a longo prazo, especialmente se o país pretende ser um membro do primeiro mundo”.
A ''agenda'' consiste basicamente da mesma pauta de reivindicações de sempre, a despeito dos desafios do PRDA - Plano Regional de Desenvolvimento da Amazônia desde em maio do ano passado.
A história dos pioneiros amazônicos talvez ensine exatamente isso: desenvolvimento regional nunca foi resultado de fórmulas prontas. Sempre foi fruto de adaptação, coragem e compreensão profunda da realidade amazônica.