E a boa notícia é que temos uma dose generosa de sugestões que as entidades da indústria, especialistas locais e nacionais em economia e desenvolvimento regional, com suporte acadêmico da Fundação Getúlio Vargas, estão chamando de Amazônia do Futuro.
Um novo método de mapeamento baseado em dados de mais de 45 anos pode ajudar a identificar o que está causando o desmatamento tropical e onde as florestas são mais vulneráveis à degradação e incêndios futuros.
Essa compensação tributária é uma política do Estado Brasileiro de desenvolvimento regional e proteção florestal. E se nós nos destacamos no ranking nacional é porque, em lugar de difamar parceiros, trabalhamos intensamente e de olho na proteção florestal. E nosso trabalho repercute na conservação ambiental do Estado do Amazonas, onde o Polo Industrial de Manaus responde por 500 mil empregos, entre os diretos e indiretos que o IBGE e a RAIS contabilizam.
Na avaliação do professor da UnB, Marcelo Rodrigues, o Krill A32 contém todos os ingredientes de uma tecnologia bem-sucedida e inovadora na área de bioestimulantes e biodefensivos. Rodrigues se mostra confiante quanto ao futuro da inovação tecnológica. “Entramos agora na fase de conversas com representantes de empresas agrícolas para fazer com que essa tecnologia, que se diferencia de tudo o que existe atualmente no setor, chegue ao mercado”, comenta.
Últimos pontos de concentração estão no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Rondônia, mas sem bloqueios de rodovias, segundo balanço do Ministério da Infraestrutura.
Um aspecto fundamental ressaltado pelo relatório do IPCC é a necessidade de uma abordagem de governança das questões climáticas de longo prazo e orientada às gerações futuras. Isso porque, mesmo se as emissões parassem em meados do século e o aquecimento global cessasse, outras mudanças continuarão a acontecer