_“ há um desafio simples e técnico que se pode fazer às indústrias incentivadas do Polo Industrial de Manaus: quem fica se houver a BR-319 asfaltada e até duplicada, mais 2 portos privados e mais um aeroporto, porém sem os incentivos fiscais?”
Reafirmo, aqui, com todas as letras, que os recursos que a indústria recolhe deveriam ser usados em novas matrizes econômicas. Ponto final. Se acabarem com as indústrias, não vai ter Bioeconomia, nem geoeconomia, nem nada.
Desta forma, demos um passo definitivo na reestruturação da nossa interlocução Amazônica com o restante do Brasil. É imperativo da realidade global, precisamos alinhar a narrativa e falar em negócios e oportunidades sustentáveis.
Pelo primeiro mês desde o início da crise gerada pela Covid-19, o número de empregados no setor cresceu. Otimismo e intenção de investimento também registraram alta.
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.