Além do já conhecido impacto severo ao meio ambiente, a atividade criminosa atingiu de maneira trágica a saúde do povo Yanomami; Lula exonera servidores que negaram situação no ano passado; expectativa de legalização do garimpo em terras indígenas por Bolsonaro motivou ida de 25 mil garimpeiros a região.
Frans Timmermans, vice-presidente da Comissão União Europeia para o Pacto Ecológico Europeu, está no Brasil para tratar da COP30
O vice-presidente executivo da Comissão Europeia...
O mundo viu o Brasil estarrecido com mais um episódio dramático da brasilidade, dessa vez em plena Amazônia. Precisamos rechaçar este modelo de governança da floresta e de nossa gente que nela vive, e repudiar o abandono de crianças e idosos da nação ianomâmi, vítimas da exploração criminosa do garimpo ilegal em suas terras. A pobreza - como sequela da desassistência - levou à morte centenas de crianças e de adultos, vítimas de doenças trazidas pelos não-indígenas e pelo mercúrio da contaminação mortal das águas. Temos que ouvir o grito dos inocentes e meditar intensamente sobre essa infâmia.
Além de um apagão dos dados, líderes indígenas foram até Brasília avisar o governo Bolsonaro sobre a tragédia do povo Yanomami; situação foi agravada pela extensão do garimpo