Há dois tipos de sustentabilidade. A primeira vive de adjetivos. A segunda vive de engenharia. A primeira mora no palco. A segunda mora no cano, no chão, na estação de tratamento, no relatório que aguenta luz forte.
Em 2019, quando a Honda anunciou um investimento de R$ 500 milhões em sua fábrica de Manaus, muitos enxergaram naquele gesto mais do orçamento que uma decisão empresarial. Era uma declaração de confiança na Zona Franca de Manaus, na Amazônia e na própria ideia de que a indústria da floresta poderia se manter viva e competitiva diante de crises. O aporte se destinava a modernizar equipamentos, integrar processos de motores, otimizar logística e elevar padrões de sustentabilidade ambiental e de bem-estar no trabalho.
A Honda Motos concluiu o primeiro semestre de 2025 com resultados positivos que refletem o bom momento do setor no Brasil. A empresa registrou crescimento de 6% nos emplacamentos em relação ao mesmo período do ano passado, impulsionada pela demanda aquecida, pelo fortalecimento da moto como solução eficiente de mobilidade e pelo portfólio diversificado da marca, que atende diferentes perfis de consumidores em todo o país.
A Honda encerrou 2023 alcançando o melhor resultado desde 2014, e anuncia um investimento de 500 milhões para modernizar sua fábrica em Manaus, com planos de lançar 10 novos modelos até 2025.
“Estudo detecta microplásticos em tumores de próstata enquanto relatório da ONU revela mercado bilionário de tráfico de lixo tóxico. A crise é ambiental, sanitária e de governança.”