A experiência do TCE-AM demonstra que digitalizar a gestão pública não é mais opção, é necessidade. Na Amazônia — onde as distâncias são grandes e os desafios logísticos exigem criatividade —, a adoção estratégica da inteligência artificial mostra que é possível unir tecnologia e compromisso institucional para fortalecer a democracia e a cidadania
Em uma nova frente de ação, o Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), por determinação da presidente Yara Amazônia Lins, está implementando...
“Somente através de um diálogo aberto, responsabilidade fiscal e um compromisso genuíno com a equidade é que Manaus poderá superar seus desafios e se...
A indústria amazonense, quer entrar pela porta da frente e contribuir. Queremos discutir rumos e metas. Queremos participar do planejamento e atuar bem de...
A Amazônia já paga caro pela distância, pela dependência hidroviária e pela instabilidade histórica de investimentos estruturantes. Agora, paga também pela volatilidade climática. Ignorar essa soma é condenar a região à desvantagem permanente.
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.